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	<title>Magistério estadual &#8211; Darcy Francisco</title>
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		<title>Folha do magistério: outra armadilha para Sartori</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Dec 2014 14:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura rápida]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Magistério estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[Além da nomeação de 650 servidores para a segurança pública  na última semana, aumentando um quadro que receberá reajustes em percentuais superiores ao dobro da inflação até 2018; do esgotamento dos depósitos judiciais e do saque no caixa único de recursos provenientes de operações de crédito, em que parte delas terá  saldo   apenas  escritural, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;" align="center"></div>
<div></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">Além da nomeação de 650 servidores para a segurança pública  na última semana, aumentando um quadro que receberá reajustes em percentuais superiores ao dobro da inflação até 2018; do esgotamento dos depósitos judiciais e do saque no caixa único de recursos provenientes de operações de crédito, em que parte delas terá  saldo   apenas  escritural, o atual governo preparou para o futuro outra<b> armadilha</b>.</span></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"> </span></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">Refiro-me aos <b>reajustes do magistério estadual</b> que foram concedidos de forma parcelada, totalizando 76,6%, onde há dois aspectos a considerar. O primeiro deles é a substituição de duas parcelas autônomas que deixaram de ser pagas, o que reduz, na prática, o percentual dos dois primeiros reajustes.  O segundo é o fato de o maior reajuste ser em novembro/2014, com incidência em apenas três folhas deste governo e nas treze no primeiro ano do período governamental seguinte.</span></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"> </span></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">O atual governo no período de janeiro/2011 a outubro/2014, durante 45 meses de seus 48, pagou um básico regional que correspondeu, em média, a <b>62,6% do piso nacional</b>. Em novembro/2014, concedendo o maior de seus reajustes, essa relação  <b>passou para 74,2%,</b> com o que encerrará seu período. </span></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">Em janeiro de 2015 o piso nacional deve subir para R$ 1.900,00, segundo informações a imprensa. Tendo em vista o fato de a folha da educação representar 36% da folha estadual, isso trará as seguintes consequências:</span></div>
<div style="line-height: 150%; margin-left: 39.3pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"><!-- [if !supportLists]--><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: Arial;">1)<span style="font-size: 7pt; font-stretch: normal; line-height: normal;">    </span></span><!--[endif]--><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">Se o governo que está começando não conceder nenhum reajuste ao magistério, porque este recebeu 13,7% há dois meses (novembro/2014), a relação com o piso nacional baixará para 66,3% e, mesmo assim,  terá um <b>crescimento da folha de R$ 1 bilhão,</b><b>16,5% nominais</b>, quando se inclui o crescimento vegetativo ou 9,4% descontada a inflação. <b>E o mais grave é que na proposta orçamentária para 2015 não há dotação para esta despesa. </b></span></div>
<div style="line-height: 150%; margin-left: 39.3pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"><!-- [if !supportLists]--><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: Arial;">2)<span style="font-size: 7pt; font-stretch: normal; line-height: normal;">    </span></span><!--[endif]--><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">Se for concedido o INPC (6%) em janeiro (mês do reajuste do piso nacional), a relação ficará em 70,3%, ainda menor que os 74,2% do final do governo anterior, com um <b>incremento na folha de R$ 1,5 bilhão,  superior a 21%</b>, em torno de 15% reais. </span></div>
<div style="line-height: 150%; margin-left: 39.3pt; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;"><!-- [if !supportLists]--><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-fareast-font-family: Arial;">3)<span style="font-size: 7pt; font-stretch: normal; line-height: normal;">    </span></span><!--[endif]--><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">Tudo isso se passará num contexto em que <b>a receita não deve crescer mais que  10% nominais</b> ou 3% reais. </span></div>
<div> <span style="font-size: 12pt; line-height: 150%; text-align: justify;"> </span></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;">Se os governos continuarem assim, como toda essa <b>irresponsabilidade fiscal,</b> o nosso destino inevitável será a <b>volta da inflação</b>. E com a inflação quem mais perde são os pobres que não têm acesso aos meios com que os melhor aquinhoados dispõem para se livrar dela. </span><br />
<span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"><br />
</span></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 21.3pt;">
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/-dSA7heqd4EU/VKBaVVxum1I/AAAAAAAAAl4/ct9JM1g_pKE/s1600/Pisos.PNG"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="http://2.bp.blogspot.com/-dSA7heqd4EU/VKBaVVxum1I/AAAAAAAAAl4/ct9JM1g_pKE/s1600/Pisos.PNG" width="320" height="200" border="0" /></a></div>
<p><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"><br />
</span></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 21.3pt;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"> </span></div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
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		<title>Repercussões do piso do magistério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 20:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura rápida]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Magistério estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação divulgou o valor do piso nacional do magistério de R$ 1.187,97 para 40 horas semanais em 2011, mais 15,8% sobre o valor de 2010. Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) esse valor deve ser R$ 1.597,87. Qualquer um desses valores como vencimento inicial da carreira não seriam excessivos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação divulgou o valor do piso nacional do magistério de R$ 1.187,97 para 40 horas semanais em 2011, mais 15,8% sobre o valor de 2010. Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) esse valor deve ser R$ 1.597,87.</p>
<p>Qualquer um desses valores como vencimento inicial da carreira não seriam excessivos. Pelo contrário, são valores reduzidos considerando a responsabilidade da função de professor.</p>
<p>Entretanto, o atual quadro do magistério estadual contém multiplicadores que, aliados a outras vantagens, podem elevar em cinco vezes esses valores. E a situação se agrava pois mais de 87% dos professores encontram-se nos níveis da carreira correspondentes à licenciatura plena e pós-graduação.</p>
<p>A repercussão financeira desses valores só pode ser verificada com o cálculo geral da folha de pagamento. Mas se pode fazer uma estimativa. Pelo valor do MEC, o acréscimo da folha anual seria em torno 60% (R$ 1,9 bilhão) com pagamento a partir de janeiro, ou 42% (R$ 1,3 bilhão), se a partir de maio. Isto porque tramita no Congresso Nacional projeto de lei alterando a data para reajuste do valor do piso do magistério. Já quanto aos valores da CNTE, os acréscimos seriam de 115% e 80%, com valores de R$ 3,6 bilhões ou 2,5 bilhões, respectivamente.</p>
<p>Em qualquer hipótese estouraria a capacidade de pagamento do Estado. Por isso é que a lei que instituiu o piso salarial determinou a adequação dos planos de carreira para seu cumprimento, dispositivo não aceito pelo sindicato da classe no RS.</p>
<p>A ajuda federal para pagamento do piso do magistério é devida aos Estados que recebem complementação da União no Fundeb, que não é o caso do RS.<br />
Outro problema da educação está na legislação concessiva para as aposentadorias. Comprova isso o fato de a despesa com inativos ter passado de 33% em 1999 para 41% em 2009 do total estadual nesse item de despesa. Para cada R$ 100 despendidos com professor em atividade são despendidos R$ 150 com professores aposentados. A forma como gratificações e ampliação da jornada de trabalho são incorporadas aos proventos das aposentadorias gera desequilíbrio entre contribuições e benefícios previdenciários.</p>
<p>Sem alterar o plano de carreira e reformar a previdência, com mudanças na legislação estadual e também em nível federal, não há como pagar salário justo ao professor nem em 2011, nem nos próximos anos. Quem afirmar o contrário está vendendo ilusões.</p>
<p>Publicado em Zero Hora de 08/03/2011.</p>
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