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	<title>Finanças do Estado do RS &#8211; Darcy Francisco</title>
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		<title>Contas de agosto 2023, alto superávit, mas situação preocupante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 13:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura rápida]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças do Estado do RS]]></category>
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					<description><![CDATA[No período janeiro-agosto/2023 ocorreu um superávit de R$ 6.609 milhões, quando estava previsto um déficit de R$ 3.255 milhões, numa diferença a maior de R$ 9.864 milhões. A principal razão desse fato está na receita de Alienação de Bens, em R$ 4 bilhões, resultante da privatização da Corsan. No entanto, se trata de uma receita [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="block-fe0a8aaf-995c-4c14-9bdf-ed42ad73c162" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="fe0a8aaf-995c-4c14-9bdf-ed42ad73c162" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">No período janeiro-agosto/2023 ocorreu um superávit de <strong>R$ 6.609 milhões</strong>, quando estava previsto um <strong>déficit de R$ 3.255 milhões, </strong>numa diferença a maior de R$ 9.864 milhões.</p>
<p id="block-9a6c6d31-2779-4c0f-9a47-3fa4d1cc9a48" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="9a6c6d31-2779-4c0f-9a47-3fa4d1cc9a48" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">A principal razão desse fato está na receita<strong> de Alienação de Bens, em R$ 4 bilhões, resultante</strong> da privatização da Corsan. No entanto, se trata de uma receita eventual, não recorrente, e que, por isso, não serve para financiar despesas de caráter continuado.</p>
<p id="block-3faf307b-9564-482a-8262-d0c01d3f7180" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="3faf307b-9564-482a-8262-d0c01d3f7180" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Mas não foi só isso. As receitas correntes estão com um índice de realização de 73%, enquanto a proporcionalmente seria 66,7%, já que agosto é 2/3 do ano (Tabela 1).</p>
<p id="block-4201f192-0bbd-4ca6-a8c9-cc6b1e27fa63" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="4201f192-0bbd-4ca6-a8c9-cc6b1e27fa63" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">As despesas estão com uma realização média de 62,5%, portanto menor que a proporção citada, exceto os  investimentos, com 2.075,8 milhões ou 118,4%, que são  realizados com receita finita, decorrente de privatização.</p>
<p id="block-481f2183-d923-4aab-ae19-4bb0d91f32f9" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="481f2183-d923-4aab-ae19-4bb0d91f32f9" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">A despesa com pessoal, mesmo com muitos reajustes reclamados, cresceu R$ 1.682,9 milhões no período, 7,8% nominal ou 3,1% reais, pouco menor que o crescimento das receitas correntes (líquidas das transferências), que foi de 3,5%, sendo 5,3% para as receitas correntes próprias e -2,9% para as transferências (Tabela 2).</p>
<p id="block-e6d769e9-8e10-45b4-ac28-fb49e3239524" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="e6d769e9-8e10-45b4-ac28-fb49e3239524" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">O serviço da dívida, com uma realização inferior à previsão, seria um valor muito maior não fosse o Regime de Recuperação Fiscal, que escalonou o pagamento das prestações, numa progressão aritmética de 1/9 ao ano (11,11%), até completar 100% no final de nove anos. Se estamos orçando R$ 2.200, para 2023, e isso corresponde a 22,2% da prestação, isso dá dimensão de quanto será o valor a partir de 2030, quando os valores serão integralizados.</p>
<p id="block-c90c29b0-d480-4cce-946f-2b9cf8d5efc9" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="c90c29b0-d480-4cce-946f-2b9cf8d5efc9" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">A prestação ficou alta porque foram incorporados ao saldo devedor cinco anos das prestações não pagas, em decorrência da liminar de 2017, e mais cinco do escalonamento do RRF, e também a dívida com demais credores, que foram incorporados ao saldo refinanciado. Por isso, esse acordo necessita ser revisto novamente.</p>
<p id="block-3ae8c8ee-dc0b-4ca3-acb1-4c640a5234a4" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="3ae8c8ee-dc0b-4ca3-acb1-4c640a5234a4" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Além disso, a receita corrente líquida, que havia crescido 3,8% ao ano nos último 20 anos até 2019, <strong>caiu 8,2%</strong> em 2022. A boa notícia é que no período janeiro-agosto do corrente, em relação ao mesmo período do ano anterior, a mesma receita corrente líquida cresceu 3,5%. Só que não podemos esquecer que esse crescimento foi sobre uma base deprimida.</p>
<p id="block-f7eff5e1-9b4b-42ee-b9ff-8181b1f38897" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="f7eff5e1-9b4b-42ee-b9ff-8181b1f38897" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Por isso, não no iludamos, a situação financeira do Estado, a despeito das reformas feitas, ainda é muito preocupante.</p>
<p id="block-2edb292a-b3ab-4cda-a43f-90d623c89237" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="2edb292a-b3ab-4cda-a43f-90d623c89237" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Sem crescimento econômico que impulsione o crescimento da receita, não há saída. A contenção de despesa também é necessária e indispensável, mas não ao ponto de não repassar a inflação aos servidores, principalmente, os menos aquinhoados.</p>
<p id="block-33a45547-8a9f-4837-9aeb-5fc0976720a2" class="block-editor-block-list__block wp-block rich-text block-editor-rich-text__editable wp-block" tabindex="0" role="textbox" contenteditable="true" aria-label="Bloco de parágrafo" aria-multiline="true" data-block="33a45547-8a9f-4837-9aeb-5fc0976720a2" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo">Esperamos que não haja mais corte de alíquotas do ICMS e que não sejamos tão dependentes de São Pedro, fazendo alguma coisa para enfrentar as secas e também a enchentes, no que for possível.</p>
<div class="wp-block" data-align="center">
<figure id="block-1fde64d7-357b-485e-9fb7-ac32f9ddf9c1" class="wp-block-image block-editor-block-list__block size-large" tabindex="0" role="group" aria-label="Bloco: Imagem" data-block="1fde64d7-357b-485e-9fb7-ac32f9ddf9c1" data-type="core/image" data-title="Imagem">
<div class="components-resizable-box__container">
<p><img decoding="async" src="https://financasrs-com-br.preview-domain.com/wp-content/uploads/2023/10/image.png" alt="O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é image.png" /></p>
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<div class="wp-block" data-align="center">
<figure id="block-d736ef8f-75f0-480f-a28a-ed46535ccf69" class="wp-block-image block-editor-block-list__block size-large" tabindex="0" role="group" aria-label="Bloco: Imagem" data-block="d736ef8f-75f0-480f-a28a-ed46535ccf69" data-type="core/image" data-title="Imagem">
<div class="components-resizable-box__container"><img decoding="async" src="https://financasrs-com-br.preview-domain.com/wp-content/uploads/2023/10/WhatsApp-Image-2023-10-04-at-16.02.38.jpeg" alt="O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é WhatsApp-Image-2023-10-04-at-16.02.38.jpeg" /></div>
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		<title>Finanças do Rio Grande do Sul: desequilíbrios e mitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2018 21:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo em revista especializada]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças do Estado do RS]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; SANTOS , Darcy F. Carvalho. Finanças do Rio Grande do Sul: desequilíbrios e mitos. In: E Agora Gauchada: A Crise do Rio Grande e Caminhos de Mudança. (2018). Org. Luiz Tadeu Viapiana. Brand&#38;Book. Porto Alegre. &#160;]]></description>
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<p>SANTOS , Darcy F. Carvalho. Finanças do Rio Grande do Sul: desequilíbrios e mitos. In: E Agora Gauchada: A Crise do Rio Grande e Caminhos de Mudança. (2018). Org. Luiz Tadeu Viapiana. Brand&amp;Book. Porto Alegre.</p>
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		<title>O déficit de 2012 é maior!</title>
		<link>https://darcyfrancisco.com.br/2013/02/06/o-deficit-de-2012-e-maior/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2013 12:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Leitura rápida]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças do Estado do RS]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo do Estado publicou os demonstrativos financeiros de 2012, que apresentam um déficit de R$ 732 milhões. Deve ser ressalvado, no entanto, que nos últimos dias do mês de dezembro ingressaram R$ 663 milhões de empréstimos, cuja aplicação será no exercício seguinte. Fazendo-se esse ajuste, o déficit do exercício passa para R$ 1,395 bilhão, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Estado publicou os demonstrativos financeiros de 2012, que apresentam um déficit de R$ 732 milhões. Deve ser ressalvado, no entanto, que nos últimos dias do mês de dezembro ingressaram R$ 663 milhões de empréstimos, cuja aplicação será no exercício seguinte.</p>
<p>Fazendo-se esse ajuste, o déficit do exercício passa para R$ 1,395 bilhão, o que representa um crescimento real de 170%, em relação ao exercício anterior.</p>
<p>Houve redução das transferências federais, em decorrência da queda da arrecadação e das desonerações tributárias. As receitas próprias também ficaram aquém do esperado, com exceção das tributárias, que apresentaram praticamente 100% de realização, o que é um mérito da Secretaria da Fazenda.</p>
<p>Essa frustação de receita foi compensada, em parte, por empréstimos, num montante de 940 milhões, que representam 77% dos investimentos realizados, se incluídos os ingressos de dezembro. Esses empréstimos são positivos para o desenvolvimento do Estado, mas também são um incremento ao já alto endividamento estadual.</p>
<p>E o pior de tudo é que grande parte deles são chamados de “bondades” pelo governo federal, para compensar as reduções provocadas por ele nas arrecadações dos Estados.</p>
<p>As receitas correntes cresceram 2,2% em termos reais e as despesas totais, 4,7%, com destaque para a despesa com pessoal (5,9%), que aumentou para 66% da receita corrente líquida _ a parte da receita que efetivamente pertence ao Estado. Esse percentual foi de 61% em 2010 e de 64% em 2011. .</p>
<p>A alta despesa previdenciária que vem de longe, mas com grande incremento no exercício de 2012, gerou um déficit de R$ 6,1 bilhões, que, somado à contribuição patronal, significou uma insuficiência de recurso na ordem de 7,6 bilhões, mais de 30% da receita corrente líquida. Com a dívida foram despendidos R$ 2,7 bilhões, embora o com crescimento real de menos de 2%.</p>
<p>As aplicações em educação cresceram para 30% da receita base, mas o cumprimento do piso nacional ficou mais distante. A despesa com saúde, com a exclusão de outras funções, foi 8,3% e, assim mesmo, incluindo os inativos e transferências ao IPE, que não são permitidos pela nova regulamentação.</p>
<p>Finalizando, o déficit do exercício foi mascarado pelo ingresso de receitas de competência do exercício seguinte. Como dizia Aldous Huxley: fatos não deixam de existir porque não ignorados.</p>
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