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	<title>Outros Autores &#8211; Darcy Francisco</title>
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		<title>Entrelinhas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Astor Wartchow]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2025 13:55:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>
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					<description><![CDATA[Recortei algumas frases do discurso de posse do ministro Edson Fachin na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).&#160; A cada frase sua (entre aspas/negrito), segue um comentário meu. Vejamos: &#8220;Assumo, não um poder, mas um dever: respeitar a Constituição e apreender limites.&#8221;  Interpreto como uma autocrítica, um reconhecimento que há/havia excessos frequentes. Talvez os pedidos [&#8230;]]]></description>
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<p>Recortei algumas frases do discurso de posse do ministro Edson Fachin na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF).&nbsp; A cada frase sua (entre aspas/negrito), segue um comentário meu. Vejamos:</p>



<p><strong>&#8220;Assumo, não um poder, mas um dever: respeitar a Constituição e apreender limites.&#8221; </strong></p>



<p>Interpreto como uma autocrítica, um reconhecimento que há/havia excessos frequentes. Talvez os pedidos da OAB sejam atendidos.</p>



<p><strong>&#8220;Realçando a colegialidade, aqui venho a fim de fomentar estabilidade institucional. O país precisa de previsibilidade nas relações jurídicas e confiança entre os Poderes. O Tribunal tem o dever de garantir a ordem constitucional com equilíbrio.&#8221;</strong></p>



<p>Colegialidade, estabilidade institucional, previsibilidade e confiança, ordem constitucional com equilíbrio. Urgente. Afinal, são atribuições e comportamentos desfeitos nos últimos anos, infelizmente.</p>



<p><strong>&#8220;É mandatório respeitar as leis e as instituições. Contudo, a verdade é que as pessoas precisam querer e ter razões para confiar no sistema de justiça.  &#8220;</strong></p>



<p>Pesquisas recentes destacaram a enorme queda de confiança e credibilidade do STF. A culpa não é e não foi das pessoas. É do próprio STF!</p>



<p><strong>&#8220;Nosso compromisso é com a Constituição. Repito: ao Direito, o que é do Direito. À Política, o que é da Política.&#8221;</strong></p>



<p>A recuperação desse sentido exige que o STF devolva ao Parlamento aquelas reivindicações partidárias oportunistas que não lhe competem. Vale respeitar também as competências exclusivas do Poder Executivo.</p>



<p><strong>&#8220;Realço, ainda, em nossa gestão, o compromisso com a plena liberdade de imprensa e a liberdade de pensamento e de expressão.  &#8220;</strong></p>



<p>Tão desrespeitadas e perseguidas (liberdade de pensamento e de  expressão), essa frase dispensa comentário pela obviedade e urgência.</p>



<p><strong>&#8220;Cumpre vigiar o ‘cupim da República’(&#8230;) A resposta à corrupção deve ser firme, constante e institucional. O Judiciário não deve cruzar os braços diante da improbidade&#8221;</strong></p>



<p>Talvez fosse interessante antes conversar com o ministro Toffoli, que tem livrado os condenados da Lava-Jato/Petrolão. Claro que Fachin tem parte no desfecho dessa impunidade: “cancelou o CEP” de Curitiba e levou o processo a Brasília. Onde está o processo?</p>



<p><strong>&#8220;Uma sociedade que não tem justiça, vive do arbítrio, cultiva a hipocrisia e perde a igualdade. (&#8230;) A prestação jurisdicional não é espetáculo. Exige contenção. </strong></p>



<p>Exige contenção comportamental, suponho. De pleno acordo. Mas, combinou antes com os ministros Moraes, Barroso e Toffoli, especialmente?</p>



<p>Finalmente, com meus votos de confiança e esperança, uma frase de Fachin que resume o desafio do seu mandato.  <strong>&#8220;Era o lema de Dalmo Dallari na Comissão de Justiça e Paz: se queres a paz, trabalha pela Justiça. &#8220;</strong></p>
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		<title>E o “teto” virou “piso”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Astor Wartchow]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 12:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[(*) Astor Wartchow No ânimo de atender às exigências fiscais, mais precisamente o corte e o controle de gastos, o governo federal apresentou o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) nº 45. Porém, ao tentar incluir na pauta de votações, foi surpreendido por uma série de reações contrárias, inclusive de parlamentares e partidos da base aliada.Direcionado [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>(*) Astor Wartchow</strong></p>



<p>No ânimo de atender às exigências fiscais, mais precisamente o corte e o controle de gastos, o governo federal apresentou o Projeto de Emenda Constitucional (PEC) nº 45. Porém, ao tentar incluir na pauta de votações, foi surpreendido por uma série de reações contrárias, inclusive de parlamentares e partidos da base aliada.<br>Direcionado ao funcionalismo público, a PEC nº 45 trata de limitação de supersalários, frequentemente “anabolizados” por inúmeros penduricalhos. Aliás, o modesto e popular título &#8211; &#8220;penduricalho&#8221; &#8211; sugere a minimização da gravidade dos fatos. Porém, pelo contrário, são “penduricalhos” de alto valor.<br>Trata-se de um conjunto de verbas não remuneratórias, assim afirmadas pelas partes interessadas! Logo, argumento suficiente para não integrarem o teto salarial (R$ 44 mil mensais). Ironicamente, o &#8220;teto&#8221; virou &#8220;piso&#8221;!<br>Isentas de Imposto de Renda, verbas não remuneratórias seriam, por exemplo: auxílios para alimentação, saúde, moradia, ajudas de custo natalidade e pré-escolar, etc…. Mas há muito outros casos e exemplos de valores adicionais.<br>Importa destacar que também há o abono de permanência, valor pago àqueles servidores que já poderiam estar aposentados, mas seguem na ativa. O pagamento funciona como um estímulo à continuidade na ativa.<br>Não à toa, as carreiras do Poder Judiciário e do Poder Executivo, principalmente, reagiram à proposta governamental, inclusive com ameaças de aposentadorias imediatas e em massa.<br>O que resultaria em circunstância que poderia fragilizar a prestação dos respectivos serviços públicos, haja vista que a recomposição de pessoal exige demorados concursos públicos. Ou seja, é uma chantagem!<br>Entre as privilegiadas categorias e servidores que reagiram, veremos: desembargadores, juízes e membros do Ministério Público, das Defensorias Públicas, dos Tribunais Regionais e Federais de Contas, Tribunais do Trabalho e Eleitorais, entre outros.<br>No âmbito do Poder Executivo federal destacam-se a Advocacia-Geral da União (AGU), a Procuradoria-Geral Federal (PGF), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN)) e do Banco Central.<br>Por extensão e mobilização, a &#8220;pandemia&#8221; dos &#8220;penduricalhos” alcança as carreiras similares nos estados e nos municípios, seja nos governos estaduais e nas prefeituras, nas assembleias legislativas e nas câmaras de vereadores. Aliás, importante observar que a maioria dessas &#8220;vantagens&#8221; contempla servidores ativos e inativos, em todos os órgãos citados.<br>Aos que acreditam que exagero, sugiro que pesquisem nos respectivos portais de transparência dos poderes de Estado (apesar dos obstáculos) acerca da realidade financeira e o conjunto dos &#8220;penduricalhos&#8221;.<br>Em resumo, submetido a limitados serviços públicos de saúde, de educação e de segurança, espremido entre o salário mínimo e o &#8220;teto&#8221; do INSS, e na quilométrica fila do SUS, pergunto: por que o cidadão e contribuinte deveria pagar esse conjunto de privilégios para as elites do serviço público?</p>



<p></p>
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		<title>Sêneca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Astor Wartchow]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2024 19:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros Autores]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Astor Wartchow, Advogado. Ultimamente, a nação tem vivenciado circunstâncias e notícias preocupantes que dizem respeito aos três poderes de Estado, ora fragilizados a partir de uma sucessão de fatos e atos intempestivos, impróprios e inadequados em/a cada um dos poderes. No caso do Poder Legislativo, especialmente no âmbito federal, resta claro que não atende [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-text-align-right"><em>Por Astor Wartchow, Advogado.</em></p>



<p>Ultimamente, a nação tem vivenciado circunstâncias e notícias preocupantes que dizem respeito aos três poderes de Estado, ora fragilizados a partir de uma sucessão de fatos e atos intempestivos, impróprios e inadequados em/a cada um dos poderes.</p>



<p>No caso do Poder Legislativo, especialmente no âmbito federal, resta claro que não atende às suas tarefas fundamentais, eis que reduzido ao oportunismo e ao clientelismo. Consequentemente, esvaziado em compromissos ideológicos, essenciais à boa prática política.</p>



<p>Com destaque ao &#8220;Centrão&#8221;, um agrupamento de partidos e parlamentares que não obedece e não apregoa uma orientação ideológica.&nbsp; Preferencialmente, demonstram e confirmam como objetivo a obtenção de vantagens eficazes nos vulgares &#8220;jogos de poder&#8221;.</p>



<p>Não bastasse essa característica negativa, advieram o Fundo Partidário (distribuído mensalmente) e o Fundo Eleitoral (distribuído em período eleitoral), a pretexto de diminuir a influência do patrocínio privado empresarial. Porém, proporcionando aos principais partidos uma milionária apropriação privada dos recursos públicos. Tudo dentro da lei, acredite.&nbsp; Quem viver, verá!</p>



<p>No caso do Poder Judiciário, notadamente nos atos da corte suprema, constatar sua degradação institucional não exige muita pesquisa, nem muito estudo. Basta bom senso e observação de suas resoluções, onde proliferam atos de censura e ações invasivas e inconstitucionais.</p>



<p>A propósito de censura, recomendo a leitura de dois artigos recentes (<a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/o-pior-da-censura-ainda-esta-por-vir/" data-type="link" data-id="https://www.poder360.com.br/opiniao/o-pior-da-censura-ainda-esta-por-vir/">O pior da censura ainda está por vir</a> e <a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/stf-vai-regular-com-censura-as-redes-sociais/" data-type="link" data-id="https://www.poder360.com.br/opiniao/stf-vai-regular-com-censura-as-redes-sociais/">STF vai regular com censura as redes sociais</a>), subscritos pelo advogado constitucionalista e professor André Marsiglia, especialista em liberdade de expressão e direito digital.&nbsp; Quem viver, verá!</p>



<p>Quanto ao Poder Executivo, há inúmeras pautas/demandas de sua competência que se apresentam pendentes, agravadas e suficientes para ampliar as preocupações sociais e econômicas.</p>



<p>O tema mais frequente diz respeito ao controle de gastos públicos, um desafio extraordinário e cujo tratamento superficial e irresponsável repercute no crescimento do déficit anual e da dívida pública, na inflação e no aumento das taxas de juros. Quadro geral ruim para a nação, especialmente aos mais pobres!</p>



<p>É uma demanda duplamente agravada, pois a atual gestão, sobretudo na pessoa do presidente, acredita que o gasto público é sempre positivo, ainda que não devidamente fiscalizado e eficaz, e além da conta e da capacidade contributiva da população, de acordo com nosso histórico.&nbsp; Quem viver, verá as consequências.</p>



<p>Resumo da ópera. O Brasil carece de um GPS institucional. &#8220;Não existe vento favorável para aquele que não sabe aonde ir!&#8221; (Sêneca, filósofo romano&nbsp;&#8211;&nbsp;04&nbsp;aC-65&nbsp;dC).</p>
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