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	<title>Artigo em revista especializada &#8211; Darcy Francisco</title>
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		<title>Situação financeira dos estados em dez anos da Lei de Responsabilidade Fiscal (2000-2009)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2018 19:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo em revista especializada]]></category>
		<category><![CDATA[Dívidas estaduais]]></category>
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<p>Esta monografia analisa a situação financeira dos estados brasileiros após o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal, abrangendo o período 2000-2009, tendo como base, principalmente, o arquivo Execução Orçamentária dos Estados 1995- 2009, da Secretaria do Tesouro Nacional [STN 2010].</p>
<p>Inicialmente, foi procedida a uma análise global e sintética, para depois fazer uma análise com mais detalhamento dos doze principais estados, considerados como tais os de maior receita corrente líquida (RCL) média no último triênio.</p>
<p>Tomou-se como principal indicador para avaliação a margem para investimentos, assim entendida com a diferença entre a RCL e a soma das despesas sem os investimentos. Nela, constatou-se que os estados em conjunto apresentaram melhora na sua situação financeira, mesmo que em 2009 tenha havido uma piora, em decorrência da queda da arrecadação em virtude da crise financeira internacional.</p>
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		<title>Finanças do Rio Grande do Sul: desequilíbrios e mitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Nov 2018 21:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo em revista especializada]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças do Estado do RS]]></category>
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<p>SANTOS , Darcy F. Carvalho. Finanças do Rio Grande do Sul: desequilíbrios e mitos. In: E Agora Gauchada: A Crise do Rio Grande e Caminhos de Mudança. (2018). Org. Luiz Tadeu Viapiana. Brand&amp;Book. Porto Alegre.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Um modelo simples de equilíbrio orçamentário para os estados</title>
		<link>https://darcyfrancisco.com.br/2005/11/11/um-modelo-simples-de-equilibrio-orcamentario-para-os-estados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2005 19:54:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo em revista especializada]]></category>
		<category><![CDATA[Política fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[Esta monografia analisa os déficits históricos do estado do Rio Grande do Sul, suas causas ao longo do tempo e os diversos meios adotados para enfrentá- los pelos governos em cada época. Destaca, ainda, o esgotamento dos referidos meios Embora tenha tomado como base os dados do estado do RS, foi estabelecida uma comparação com [&#8230;]]]></description>
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<p>Esta monografia analisa os déficits históricos do estado do Rio Grande do Sul, suas causas ao longo do tempo e os diversos meios adotados para enfrentá- los pelos governos em cada época. Destaca, ainda, o esgotamento dos referidos meios</p>
<p>Embora tenha tomado como base os dados do estado do RS, foi estabelecida uma comparação com os demais estados que também apresentam os mesmo problemas, embora de forma menos acentuada, pelas razões que são enumeradas nos partes pertinentes.</p>
<p>Dá um realce especial à inflação, como causa subjacente da crise financeira, eis que ela ajudou a provocá-la, ocultou-a e, quando eliminada, deixou transparente uma crise cuja solução sem ela tornou-se muito difícil.</p>
<p>Destaca a situação atual da crise, onde as causas básicas são: a vinculação excessiva da receita, a rigidez da despesa e as desonerações fiscais. Reconhece a crise como nacional, mas destaca como mais grave no estado do RS, onde as causas referidas são mais acentuadas, pelas razões que analisa.</p>
<p>Faz uma analogia do crescimento da despesa pública com o comportamento dos custos fixos e variáveis numa empresa, estabelecendo uma equivalência destes últimos com as vinculações, eis que crescem na razão direta do faturamento na empresa e da arrecadação no setor público, respectivamente. As demais despesas não decorrentes das vinculações, denominadas despesas fixas, são equiparadas aos custos fixos. Frisa ainda que, embora a despesa tenha comportamento semelhante, a solução será necessariamente diferente.</p>
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<p>Faz uma abordagem sobre a dívida estadual, seu crescimento, a formação de resíduos e o valor de seu serviço. Quanto a esse último, a parte decorrente da dívida intralimite é considerada custo variável ou vinculação, e a parcela da dívida extralimite, despesa fixa.</p>
<p>Esse comportamento da despesa forma uma inequação orçamentária de comportamento recorrente e de muito difícil solução, pois as despesas serão em torno de 12% superiores às receitas correntes, mesmo sem investimentos. Para isso, basta que sejam cumpridas todas as vinculações.</p>
<p>A dimensão do déficit dependerá do grau de cumprimento das vinculações, do ingresso de receitas extras, do índice de inflação, do nível de investimentos, entre outros fatores. E o pior é que já foram esgotados todos os meios de enfrentamento dos déficits.</p>
<p>O objetivo deste trabalho é dar uma contribuição para a solução deste intrincado problema, que aflige mais o Estado do RS, mas que também atinge muitos outros estados brasileiros.</p>
<p>Para isso, foi construído um modelo simples, mas que oferece condições para a solução do problema em caráter duradouro no curto e médio prazos, embora a solução definitiva só possa ocorrer no longo prazo, à medida em que vá se reduzindo a despesa com os atuais inativos.</p>
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<p><a href="https://darcyfrancisco.com.br/wp-content/uploads/2005/11/2005-Um-modelo-simples-de-equilibrio-orcamentario-para-os-estados.pdf">Clique aqui para ler.</a></p>
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