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	Comentários sobre: Contas estaduais de 2015, o maior déficit em 29 anos!	</title>
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		Por: Darcy Francisco Carvalho dos Santos		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Darcy Francisco Carvalho dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2016 13:21:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezado Adriano, Obrigado pela deferência. Pelo que estudei das finanças estaduais ao longo dos anos, só um milagre nos salva do colapso. A receita está crescendo nominalmente menos de 5% ao ano (-5% em termos reais) e a despesa crescerá próximo a 10%, pelas reajustes concedidos anteriormente. Além disso, já formamos uma enorme defasagem entre a receita e a  despesa (déficit), o que obrigaria inverter essa curva em muito, o que não é possível em poucos anos. Seriam necessários recursos extras, que se esgotaram, restando alguns valores pontuais.  Quanto à arrecadação do ICMS, O principal item, o RS nos últimos 15 anos aumentou em termos reais 116%, ou seja, 48% acima do PIB. Ou seja, cresceu a uma taxa de 5,3% ao ano, enquanto o PIB cresceu 2,6%. Mas esse crescimento se verificou em condições que dificilmente se repetirão, como &#034;boom das commodities, aumento de alíquotas, aumento da substituição tributária, aumento dos preços da energia, entre outros.  &lt;br /&gt;O crescimento se dá em função do PIB mais um diferencial, que podemos chamar de produtividade. O PIB está negativo e essa produtividade da receita não passa de 2%.  &lt;br /&gt;É claro que tem solução para a crise, porque na vida só não há solução para a morte, mas ela só pode ocorrer a longo prazo e  desde que estabeleçam condições que sejam seguidas por todos os governos. Mas não há saída que não seja amarga. Nesse sentido a LTFE seria uma delas. &lt;br /&gt;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Adriano, Obrigado pela deferência. Pelo que estudei das finanças estaduais ao longo dos anos, só um milagre nos salva do colapso. A receita está crescendo nominalmente menos de 5% ao ano (-5% em termos reais) e a despesa crescerá próximo a 10%, pelas reajustes concedidos anteriormente. Além disso, já formamos uma enorme defasagem entre a receita e a  despesa (déficit), o que obrigaria inverter essa curva em muito, o que não é possível em poucos anos. Seriam necessários recursos extras, que se esgotaram, restando alguns valores pontuais.  Quanto à arrecadação do ICMS, O principal item, o RS nos últimos 15 anos aumentou em termos reais 116%, ou seja, 48% acima do PIB. Ou seja, cresceu a uma taxa de 5,3% ao ano, enquanto o PIB cresceu 2,6%. Mas esse crescimento se verificou em condições que dificilmente se repetirão, como &quot;boom das commodities, aumento de alíquotas, aumento da substituição tributária, aumento dos preços da energia, entre outros.  <br />O crescimento se dá em função do PIB mais um diferencial, que podemos chamar de produtividade. O PIB está negativo e essa produtividade da receita não passa de 2%.  <br />É claro que tem solução para a crise, porque na vida só não há solução para a morte, mas ela só pode ocorrer a longo prazo e  desde que estabeleçam condições que sejam seguidas por todos os governos. Mas não há saída que não seja amarga. Nesse sentido a LTFE seria uma delas. </p>
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		<title>
		Por: ADRIANO K REIS		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ADRIANO K REIS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2016 02:53:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Prezado Darcy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convenhamos, tudo tem limite. Afirmar que a SEFAZ RS terá de fazer milagres para equilibrar as finanças afeta a inteligência. Sou leitor assíduo de vossa coluna e, respeitosamente, há saídas sim. Não sou dono de toda a sabedoria, mas em meu humilde conhecimento, dar qualidade a qualidade do gasto, principalmente valorizando (não estou falando de reajustes salariais) o capital humano, e intensificando ações propositivas de aumento na arrecadação, com alternativas de custo zero, tendem a alavancar as receitas de forma a atender as demandas impostas ao Estado. É instigante o debate e sinto-me orgulhoso ao contrapô-lo. Atenciosamente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Darcy.</p>
<p>Convenhamos, tudo tem limite. Afirmar que a SEFAZ RS terá de fazer milagres para equilibrar as finanças afeta a inteligência. Sou leitor assíduo de vossa coluna e, respeitosamente, há saídas sim. Não sou dono de toda a sabedoria, mas em meu humilde conhecimento, dar qualidade a qualidade do gasto, principalmente valorizando (não estou falando de reajustes salariais) o capital humano, e intensificando ações propositivas de aumento na arrecadação, com alternativas de custo zero, tendem a alavancar as receitas de forma a atender as demandas impostas ao Estado. É instigante o debate e sinto-me orgulhoso ao contrapô-lo. Atenciosamente</p>
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